31 de agosto de 2010

"PARADEBATE" indica!

Uma iniciativa que deu certo e que o PARADEBATE apoia. Projeto Futuro Jornalista, abrindo portas para os novos talentos do jornalismo carioca.
O livro "TALENTOS EM PAUTA", fruto do projeto, com prefácio escrito pelo atual presidente da ABI - Associação Brasileira de Imprensa e participação de André Luiz Barros, fundador do blog paradebate.blogspot.com, pode ser adquirido clicando aqui.

28 de agosto de 2010

O PARADEBATE completou 2 anos em abril, mas inventou de comemorar em agosto mais um ano no ar e com um novo layout. Obrigado a todos que dão uma passadinha por aqui sempre que querem tirar alguns sorrisos do rosto ou alguns "Ohhh" não acredito que ele escreveu isso. O blog é pra você que não tem mais o que fazer na internet e quer agradar esse moleque filho da mãe aqui chamado André Luiz Barros, um apaixonado pelo mundo da escrita.


Quer publicar seu texto no paradebate.blogspot.com? Mande um e-mail agora para andre.barros87@gmail.com e participe.

23 de agosto de 2010

Quase um 'Athina Onassis Horse Show' na TV


As cochias são abertas e nossos nobres mangas larga saem de seus gabinetes, guiados por seus assessores, sob a égide da politicança rumo aos seus anseios mais sórditos dos sórditos dentro do poder executivo brasileiro. Em meio a tantas falcatruas e pilantragens, sair do backstage e prumar campanha eleitoral depois de fabulosos números (apenas números) do queridinho do povo, e co-irmão cefalópode, o Lula, é uma missão um tanto quanto arriscada e ousada, e se for pra ir contra o mascote da pobreza e dos sindicalistas mais pulgentes de plantão, digo que seria uma missão quase que arrebatadora.


Como em toda boa competição, existe aquele preparo, aquele treino de discurso frente aos deliciosos cento e oitentaei blau milhões em ações que vivem atualmente em território brasileiro.. no 'fair play' das eleições 2011, a secundagem impecável, dividida milimetricamente pelo TRE abre caminho como meio de comunicação entre aqueles que querem o poder, daqueles que instituem-no, ou seja, nós todos. E acreditem só foi Dilma aparecer uma semana como filha do lula em seu programa e como filha da puta no programa dos outros em via televisiva, que angariou um vão de 17 pontos percentuais na pesquisa data folha sobre eleições presidenciais 2011.


Dentre bons penteados, alguns quilos de maquiagem, perucas pra quem precisa ter cabelo, e um bom polimento na careca de quem o aboliu, nos deparamos com umas certas aberrações.. José Serra de mangas arregaçadas do lado do povo e Tia Dilma de ponche no Chuí, não cola. E se o visual fashion pode tomar as telas da TV, quase a um estilo prêt-a-porter de gravatas, ternos e cachecois a lá Yves Saint Laurent, porque não também investir no vocabulário? Esse é outro daqueles empasses brlhantes. Parece regra, mas é orgulho, para não soar um pouquinho "stuck up", chamar minha mãe e a mim de irmão, companheiro, amigo... nem sou parente da Marina, muito menos amigo do Serra, tampouco colega da Dilma, quizá, companheiro do Lula. Sou amigo da Camila, parente da Luana, companheiro do Tailan... do Luciano... neto da Marinalva...


Desde que as eleições começaram, uma frase de fato conquistou meu voto.. não prometia mais postos de saúde, nem mais segurança pública.. embora isso seja o mínimo que espere de um candidato ao senado ou a presidencia. No offline do mundo da política ouvi de um candidato ao senado do Partido Socialimo e Liberdade, durante a gravação de uma de suas inserções comerciais:


- "O povo tem que aprender com meu vocabulário, essa coisa de falar pro povo é foda!", diz.


E de fato, essa é a grande realidade. Não há de se pseudonimar como Zé, ou se deitar sob o Silva do sobrenome para se aproximar do povo. Não é preciso falar pro povo e sim dialogar com ele, ouvindo-no e colocando-se disponivel a comunicá-lo.


Na corrida do Jóckei rumo ao Palácio do Planalto e ao Congresso Nacional, apostarei, embora com receio, naquele que não me tome por burro e relinche para eu entender, mas sim naquele que fale pra burro um bom português, o meu idioma, a minha língua, para que exista o mínimo de comunicação entre mim e àquele que estou depositando minha confiança para me representar.

6 de julho de 2010

Chuê, Chuá no Motel

Já não bastasse o certo desconforto logo na recepção ao pedir uma chave prum quarto simples, bem simples, de toda a decoração kitch de um bom quarto de motel, da ansiedade pré-sexo e de toda àquela euforia amsterdaniense de que essa noite vai ser boa, ou cá entre nós, "TEM que ser boa", para nós homens, sempre inseguros... dentre diversas coisas pra se preocupar, de coisasinhas pequenas que se deve esquecer na hora H e outras que nunca deve serem esquecidas, chega a tão esperada hora de ligar o chuveiro naquele quarto apertado a la toilllet de squat londrino de cortinas supercoloridas e indiscretas.

De todas as certezas de auto-afirmação que nós homens fazemos em todo o trajeto até o estabelecimento de prática sexual sem pudor e com discrição e de toda a construção da identidade selvagem e caliente de la sangre latino, me deparo com um objeto que pode acabar com tudo, que simplesmente pode queimar o meu pinto e tirar gemidos de minha parceira antes mesmo dela deitar-se na cama. Que dificuldade meu deus, que eu tenho, quando chega a hora de "temperar" a água num chuveiro de motel. É uma aflição que consome alguns ATPs no torce e retorce daquelas duas válculas filhas da mãe que nunca ou quase nunca tem indicação de qual lado é o quente e de qual lado é o frio, dizem os mais 'espertos' que todo mundo já sabe qual o lado sai água fria, e qual sai água quente, moro no Ocidente e sou canhoto, eu não sei.

"Coragem meu filho", essa frase é a que vem a minha cabeça toda vez que rodo a primeira vez aquela valvulazinha prateada que mais parece de pia de banheiro de shopping. A toalha ainda está quente, vem embrulhada num plástico estranho com uns sabonetezinhos que sonham em ser um Dove Milk and Sugar. Enfim, e começa o duelo. Roda daqui, roda dali, e ai.. me queimei... putz que frio.. aii carammba! Um melodrama mexicano sem Talíaa?!??!!? Sim.. e toda vez é a mesma coisa. Seria eu um lerdinho, inexperiente, fanfarrão e desorientado? Mas de todo mal, o menor, minhas acompanhantes sempre demonstram a mesma dificuldade

Aquela aflição nao passa e o que deveria ser um momento íntimo de carinho sob o véu felpudo da água sobre o corpo nú, simplesmente se torna algo um tanto quanto constrangedor, recheado de risadinhas ironicas e uma descontração que não.. não... não está no lugar e no momento certo para acontecer. Não existe sarcasmo no sexo existe? Risadas e sexo não combinam, antes, durante nem depois. Se antes, nossa que decepção, algo no seu corpo está errado ou pequeno demais... durante, nossa que decepção a posição está desconfortável... depois, nossa que decepção, nem foi tão bom como imaginei que fosse ser.

Enfim.. rir num motel nunca é o melhor remédio. Ou é? Senão é... sou a favor daqueles anti-éticos, porque na cartilha onde se diz que rir não é legal, os bem humorados sempre arrancam um suspiro pré nupcial e disfarçam toda essa situação fria e pitoresca de um quarto de motel. Sim... se o chuveiro não esquenta, e a água desilude sua farrinha, relax boyy, tenho uma saída ótima pra quem quer brincar sem se queimar, sem transformar sua night num caraokê romântico debaixo d´água. Brinque no matinho!

5 de julho de 2010

'No dia 16 de maio, viajei'

Naquela noite fria de sábado julino,
Mal dois passos conseguia trocar,
Sem rumo aquele abatido menino,
Foi pro largo, pra chorar,

A lua cheia, alumiava o arraial,
Com fome, sozinho, apenas com uma halls de menta,
Fugia da nostalgia luxuriosa da folia do carnaval, e de toda aquela tormenta.

Distante, pensamento solto, tristeza e melancolia,
Já nem se via mais sorrisos, não havia consolo,
Praquele sistema sertanejo sem alegria,

A mendigaria sedenta por atenção,
Logo surpreendera o rapaz,
Que já desesperançoso, cheio de feridas no coração,
Já nem sabia o que fazer mais

Foi quando um cigarrete da verdinha eu fumei,
Oferecido pela tia que me chamava de filho do dono da coroa,
Duas latinhas de cerva vos paguei,
Que se satisfizeram às 2 da matina com um pedaço de broa.

Naquela viagem subliminar,
Naquela seca por sentimentos sombrios do caralho,
A trilha sonora era do agreste, 'Taxi lunar',
Com a voz rouca do velho do sertão, o grande Zé Ramalho.

Até na rua eu dormi,
Esperei o sol nascer,
Ou eu voltava pra casa e saia dali,
Ou ficava ali e esperava morrer.


23 de junho de 2010

Viva a solidariedade voluntária!


Primeiro é aquele som medonho que vem dos trilhos sem o trem ainda ter aparecido, a plataforma lotada se vê numa caçada pelo melhor lugar... uma voz grita do microfone o destino da composição que já vem lotada e na ansia de se encher ainda mais nun entra e sai frenético sem qualquer prazer habitual.

Dentro do trem é aquela coisa né, pessoas que não se conhecem umas apertadas sobre as outras, enfim tudo o que todo mundo já sabe, hoje vou me ater a escrever sobre os lugares reservados a idosos.

Há um quê de constrangedor em sentar ali, os bancos já são laranjas, tem uma plaquinha anunciando que eles sao pra deficientes físicos, idosos e gestantes.. mas dentro daquela espécie de cáos da hora do rush voce se depara com um banquinho laranja disponível, duvido muito, senão da uma apertada nos passos para roubar o acento dos seus 'novos companheiros de transporte público' que estão ao seu lado.

E por mais que ele estivesse vazio por alguns minutos, é exatamente quando voce senta nele que uma senhorinha, que voce sabe que vai saltar na GLória, uma ou duas estações depis de onde voce de fato, garantiu o seu lugar sentado, entra depois daquele apito "tannnnnnnnnnn" anunciando que as portas vao se fechar. Ela vem lentinha, lentinha, e não adianta voce que já está acomodado começa a ficar incomodado vendo a velhinha amistosa te olhando por cima dos óculos de grau.

Cá entre nós, raras sao as vezes, que sinceramente, nós abrimos mão satisfeitos e com espírito de dever cumprido e levantamos do acento para ceder a alguém que de fato precise mais que a gente.

E é no meio desse mal estar que viaja entre o egoísmo e a solidariedade que um abismo de vergonha se cria diante da gente. É só demorar um pouco pra decidir se vamos perder nosso premio brilhante e dar o troféu ao outro que já começam a nos dar tiros com os olhos, olhares ríspidos, de lhos negros, olhos azuis, olhos sempre brilhantes e julgadores. Voce ainda faz um joguinho, finge que não vê e é aí que uma máquina começa a falar com você, "Os bancos de cor larajna são reservados para gestantes, idosos e pessoas com crianças no colo, seja solidário, a metro rio agradece", a consciencia vai pesando, vai pesando... e pronto não dá mais levantamos meio inglórios e damos tchau à nosso acento de cor laranja. :(

Mas peraí.. por que a Metro Rio ao invés de nos fazer tomar essa atitude de solidariedade semi-forçada, não nos faz ecoar da máquina uma mensagem "Prezados clientes, as pessoas que estão de pé nesse carro, favor descer na próxima estação que uma nova composição está vindo para melhor distribuir os cidadãos com respeito e para dar prosseguimento a viagem com mais conforto e segurança' ? Han, han, respndam-me...

Sei que hoje eu fiz uma boa ação, cedi meu lugar a uma idosa de Copacabana, ela que teimosa pegou o metro da Siqueira Campos a Cardeal Arcoverde apenas pra ir ao Bradesco da Barata Ribeiro tirar um extrato. Enfim.. essas coisas acontecem.. e nós jovens precisamos lidar com isso, senão pela solidariedade voluntária, pelo bom humor da juventude carioca. kk

16 de junho de 2010

Estreia da Orla TV



VT veiculado no Jornal do Rio sobre a estreia da nova programação da Orla TV, o mais novo canal da TV Bandeirantes.

'PARADEBATE' na mídia


Na última semana, o 'PARADEBATE.BLOGSPOT.COM' apareceu no site parceiro Belas da Bola com uma matéria-suite do texto "E começou a Copa!".
Leia matéria na íntegra: http://www.beladabola.com.br/noticias.asp?txtID=2497

31 de maio de 2010

'PARADEBATE' Indica!



Para quem quer conhecer um pouco mais das maiores obras de arte e artistas do mundo, numa linguagem fácil e uma leitura bastante dinamica, o '501 grandes artistas' é o livro bastante amistoso. Embora cá entre nós, falo mesmo, seja apenas um dicionário grande com informaçoes gerais do autor e sua obra. Vale a pena pra quem busca conhecimento geral, pra quem quer estudo mais aprofundado, indico o curso de Historia da Arte do Museu Nacional de Belas Artes na Cinelandia, que estou na ansia de fazer. Cá entre nós, pros mais tímidos, uma leitura pública nos trens e metro do Rio de Janeiro não é bem vinda, olhares suspeitos e paranoicos ficam tentando entender a que cargas d´água voce esta lendo esse tipo de lieratura.
(RIO DE JANEIRO, por André Luiz Barros)

'501 grandes artistas' apresenta fatos sobre a vida dos artistas, bem como informações relativas às suas obra e as influências que exerceram na época e nas sociedades em que viveram. Organizado em ordem cronológica e ilustrado com reproduções de pinturas, fotos de esculturas e instalações, além de retratos dos próprios artistas, este livro traz análises sobre obras representativas - desde a pintura de paisagens chinesas, passando pelas artes bizantina, gótica, renascentista, pelo impressionismo, o surrealismo, o cubismo, a fotocolagem, a arte perfomática, a videoarte e as instalações. No intuito de ampliar a diversidade dos perfis biografados e contemplar também a produção artistíca brasileira, foram incluídos artistas como Aleijadinho, Portinari, Arthur Bispo do Rosário e Beatriz Milhazes, além de Hélio Oiticica e Vik Muniz.


SOBRE O AUTOR:

FARTHING, STEPHENStephen Farthing é pintor, professor de desenho e professor-pesquisador da Fundação Rootstein Hopkins na University of the Arts, em Londres. Em 1990, em reconhecimento por seu talento, foi aclamado mestre pela Rskin School of Drawing da Universidade de Oxford e tornou-se professor bolsista da St. Edmund Hall, em Oxford. Em 1998, elegeu-se mimbro da Royal Academy of Arts, de Londres. Farthing estudou primeiramente na St. martin's School of Art e concluiu seu mestrado em pintura pela Royal College of Arts, ambas em Londres.